sábado, 18 de junho de 2011
re volta
a palavra descança. ela e meu sono, que agora dorme, porque agora consegue, porque depois da tempestade ela vem, ela virá, e me cutuca (ou cutucará) e me fala (ou falará) que é hora. agora. levanta! ela pede. levanta! e minhas frases já quase mortas, depois de anos, meses, semanas, dias, horas, segundos ou tempo algum. porque o tempo é agora, ontem e amanhã. o tempo é. mas era das palavras e do corpo que eu dizia. na verdade era de mim. o tempo todo era comigo e só você via. você me via. ou eu me via em você. ou eu via você me vendo. ou você me via em eu me vendo. ai! já não sei mais. elas saem emboladas, misturadas. cheias de programa ações. que ser param elas. e não uni ficam. mas elas voam. voam. voam. voam. voam. voam. voam. dentro da minha caixola.
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